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Florianópolis Selvagem

Florianópolis em retratos de província urbanizada. O contraste desordenado do paraíso em crescimento. As quatro estações em um mesmo dia. Onde milionários e pescadores compartilham o mesmo desaproveitado oceano. Onde vende-se a natureza. Compra-se, e caro. Onde do trapiche não embarca ninguém.Onde o Parque da Luz à noite é escuro. Sem nenhuma luz.Em meio a obras intermináveis de benefício temporário e transtorno permanente.Quando o turista volta pra casa, é nossa vez de ir a praia.Florianópolis pictures trough an urbanized province perspective.The contrast of a disordered growing paradise.The four seasons in one same day.Where millionaires and fisherman share the same untapped ocean.Where nature is for sell.They buy, and expensive.Where the local pier, does not board anyone.Where the Light Park at night is dark, with no lights.Surrouded by unfinished construction sites in a temporary benefit and endless disorder life.When the tourists go back home, its our turn to go to the beach.

Quando o carater é consistente
Quando a ambição intransigente
Quando se investe amor
Se investe vida
Que não volta mais
Se eu posso ter tudo mas não tenho nada
Cuida da alma que é inviolável
Estado de espírito incontrolável
Batalha entre coração e razão
Instinto e inteligência
Harmonia da convivência
Ser feliz é a existência…

Quando o carater é consistente

Quando a ambição intransigente

Quando se investe amor

Se investe vida

Que não volta mais

Se eu posso ter tudo mas não tenho nada

Cuida da alma que é inviolável

Estado de espírito incontrolável

Batalha entre coração e razão

Instinto e inteligência

Harmonia da convivência

Ser feliz é a existência…

Vivo em corpo fechado de mente aberta
Onde a informação é insegura e a certeza incerta
Onde alguns imaginam que a cidade não presta
E não fazem nada para tentar melhorar….Exploração urbana na Florianópolis selvagem…
Quem queira ir junto posicione-se a margem…

Vivo em corpo fechado de mente aberta

Onde a informação é insegura e a certeza incerta

Onde alguns imaginam que a cidade não presta

E não fazem nada para tentar melhorar….

Exploração urbana na Florianópolis selvagem…

Quem queira ir junto posicione-se a margem…

Espiões urbanos a mando da lei,
Mesmo sendo os hipócritas, eu sei
Vivendo em antiga monarquia como se houvesse um rei,
Punem à arte as margens da rua…..

Espiões urbanos a mando da lei,

Mesmo sendo os hipócritas, eu sei

Vivendo em antiga monarquia como se houvesse um rei,

Punem à arte as margens da rua…..

Foi até as dunas escrever na areia..
É só mais um grão de areia….
Na imensidão que ricocheteia…Mas só fica por lá mesmo.Areia que vagabundeia
Na praia se recreia
Saboreia o vem e vai do mar.
Bloqueia o vento que nem cadeia,
Mas esfaqueia se for a favor.
Bronzeia o rosto com areia queimada…
Mergulho no mar com alma lavada…

Foi até as dunas escrever na areia..

É só mais um grão de areia….

Na imensidão que ricocheteia…

Mas só fica por lá mesmo.

Areia que vagabundeia

Na praia se recreia

Saboreia o vem e vai do mar.

Bloqueia o vento que nem cadeia,

Mas esfaqueia se for a favor.

Bronzeia o rosto com areia queimada…

Mergulho no mar com alma lavada…

O trânsito trava até meu pensamento
Proporciona aos poucos um afundamento
Nas ruas sem qualquer acabamento
Em vez de pensar no amadurecimento
Preocupa-se apenas em construir mais.
Forjando avais
Atitudes e negócios anormais
Pessoas boçais
De costas pro mar com intenções capitais
Aliados a outros governamentais
Impunes em meio a atos ilegais
imorais
cada vez mais….

O trânsito trava até meu pensamento

Proporciona aos poucos um afundamento

Nas ruas sem qualquer acabamento

Em vez de pensar no amadurecimento

Preocupa-se apenas em construir mais.

Forjando avais

Atitudes e negócios anormais

Pessoas boçais

De costas pro mar com intenções capitais

Aliados a outros governamentais

Impunes em meio a atos ilegais

imorais

cada vez mais….

As vezes me falta oxigênio
Pra conviver com tudo que condeno
Para resolver tudo que me depende
Para alinhas as coisas que desordeno
Para me proteger do sereno
As vezes parece é que eu me enveno
Olhando de cima e tudo é pequeno
Enxerguei felicidade e pra ela eu aceno
Será que um dia eu engreno…

As vezes me falta oxigênio

Pra conviver com tudo que condeno

Para resolver tudo que me depende

Para alinhas as coisas que desordeno

Para me proteger do sereno

As vezes parece é que eu me enveno

Olhando de cima e tudo é pequeno

Enxerguei felicidade e pra ela eu aceno

Será que um dia eu engreno…

De volta à vida que vivia normalmente
Diferente dos pensamentos que viveram diferente
Pela cidade todos continuam vivendo igual.O medo é, que tempo que passa não volta.
Daquela pessoa que foi e não volta.
Daquele momento que foi e se solta.
Ou nós que nunca vamos pois sentimos medo.
Se é medo ou perigo, às vezes confunde
Atitude ou coragem, às vezes confunde
Desejo ou necessidade, às vezes confunde
Só se sabe que quer explorar o mundo.Com coragem, sem medo
Dormir tarde e acordar cedo.

De volta à vida que vivia normalmente

Diferente dos pensamentos que viveram diferente

Pela cidade todos continuam vivendo igual.

O medo é, que tempo que passa não volta.

Daquela pessoa que foi e não volta.

Daquele momento que foi e se solta.

Ou nós que nunca vamos pois sentimos medo.

Se é medo ou perigo, às vezes confunde

Atitude ou coragem, às vezes confunde

Desejo ou necessidade, às vezes confunde

Só se sabe que quer explorar o mundo.

Com coragem, sem medo

Dormir tarde e acordar cedo.

Na vida se está de passagem,
Coordenadas invisíveis durante a viagem,
Construindo a constância da imagem,
Vivendo tudo o que é agora.
Consumindo tudo que um dia já foi,
Imaginando o que está por vir,
Quando intuição chama é melhor ir…

Na vida se está de passagem,

Coordenadas invisíveis durante a viagem,

Construindo a constância da imagem,

Vivendo tudo o que é agora.

Consumindo tudo que um dia já foi,


Imaginando o que está por vir,

Quando intuição chama é melhor ir…

Hoje está velho e tem mais tempo,
Pra ver a banda passar e outras coisas,
Já criou família e conheceu o mundo,
Talvez não todo o mundo, mas o seu.
Hoje tem mais tempo para viver a vida,
Mais tempo para ver a vida,
Mais tempo para perder tempo,
Tanto faz se é segunda ou sábado,
Não importa qual é o clima,
Ao fim da vida, se faz o próprio tempo.
Alguns se vão pois não queriam mais tempo,
Outros ficam, porque amam a vida.
Enquanto isso, passo apressado na rua,
Pensando porquê o xadrez tem tempo para a jogada…

Hoje está velho e tem mais tempo,

Pra ver a banda passar e outras coisas,

Já criou família e conheceu o mundo,

Talvez não todo o mundo, mas o seu.

Hoje tem mais tempo para viver a vida,

Mais tempo para ver a vida,

Mais tempo para perder tempo,

Tanto faz se é segunda ou sábado,

Não importa qual é o clima,

Ao fim da vida, se faz o próprio tempo.

Alguns se vão pois não queriam mais tempo,

Outros ficam, porque amam a vida.

Enquanto isso, passo apressado na rua,

Pensando porquê o xadrez tem tempo para a jogada…

Acesso livre em território proibido
Agora mesmo que já estás comprometida
Indiferença em estruturas corrompidas
Onde qualquer interessado é banido
Que se aquela minoria é favorecida
Já é bastante para continuar fingido…
Fui até o fim meio indefinido
Da altura meio amortecido
Fotografei mesmo com o trepido
Ficar pronta ano que vem, eu duvido…

Acesso livre em território proibido

Agora mesmo que já estás comprometida

Indiferença em estruturas corrompidas

Onde qualquer interessado é banido

Que se aquela minoria é favorecida

Já é bastante para continuar fingido…

Fui até o fim meio indefinido

Da altura meio amortecido

Fotografei mesmo com o trepido

Ficar pronta ano que vem, eu duvido…